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Arte brasileira: muitas matrizes, uma síntese

Do candomblé à vanguarda europeia, a arte brasileira se faz misturando e relendo matrizes.

caiu 4× no ENEM · 2017 (2) · 2024 · 2009aula de 2 minutos
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A cultura brasileira se pensa no plural: Darcy Ribeiro fala em vários Brasis, cada um com cultura própria, e a arte nasce do encontro de matrizes (indígena, africana, europeia, popular). Desde o Modernismo, o projeto é fundir conteúdo nacional e linguagem de vanguarda: Rubem Valentim põe signos do candomblé em abstração geométrica europeia. A arte afro-brasileira não se define pela cor do artista, e sim pela vivência dele com a cultura negra. E reler o popular pode ser posição política: Zuzu Angel levou o cangaço à alta-costura em 1969, em plena ditadura.

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    Cultura brasileira no plural: vários Brasis, várias matrizes

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    Modernismo: conteúdo nacional + linguagem de vanguarda europeia

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    Arte afro-brasileira: definida pela vivência, não pela etnia

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    Ferramentas de orixás na obra apontam a matriz africana

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    Reler o popular pode ser resistência (moda e cangaço em 1969)

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Veja funcionando

fusão
Matriz africana (candomblé, orixás)
Matriz indígena
Cultura popular (cangaço, sertão)
Vanguardas europeias
Vivência e releitura do artista
Arte brasileira plural
Matrizes diferentes passam pela experiência de cada artista e saem como síntese: é assim que o ENEM lê a arte brasileira.