Golpe de 1964: crise, medo do comunismo e apoio civil
Não foi só quartel: empresários, imprensa e parte da Igreja apoiaram a queda de Jango.
Em 60 segundos
Em 31 de março de 1964, militares depuseram o presidente João Goulart (Jango). O pano de fundo: a crise do desenvolvimentismo de JK (inflação, arrocho e greves), a mobilização no campo (Ligas Camponesas) e as Reformas de Base de Jango, como a reforma agrária. No clima da Guerra Fria, as elites leram tudo isso como ameaça comunista. O golpe foi civil-militar: empresários, grande imprensa, parte da Igreja, a classe média e os EUA apoiaram, dizendo salvar a democracia. No poder, o regime esmagou as Ligas e domesticou os sindicatos para controlar as tensões.
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Jango deposto em 31/3/1964; reação às Reformas de Base
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Causa de fundo: crise econômica (inflação) e tensões sociais
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Guerra Fria: o medo do comunismo uniu os apoiadores do golpe
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Civil-militar: empresários, imprensa, parte da Igreja e EUA apoiaram
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Após o golpe: repressão às Ligas e sindicatos sob controle