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Golpe de 1964: crise, medo do comunismo e apoio civil

Não foi só quartel: empresários, imprensa e parte da Igreja apoiaram a queda de Jango.

caiu 4× no ENEM · 2023 · 2017 · 2014aula de 2 minutos
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Em 31 de março de 1964, militares depuseram o presidente João Goulart (Jango). O pano de fundo: a crise do desenvolvimentismo de JK (inflação, arrocho e greves), a mobilização no campo (Ligas Camponesas) e as Reformas de Base de Jango, como a reforma agrária. No clima da Guerra Fria, as elites leram tudo isso como ameaça comunista. O golpe foi civil-militar: empresários, grande imprensa, parte da Igreja, a classe média e os EUA apoiaram, dizendo salvar a democracia. No poder, o regime esmagou as Ligas e domesticou os sindicatos para controlar as tensões.

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    Jango deposto em 31/3/1964; reação às Reformas de Base

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    Causa de fundo: crise econômica (inflação) e tensões sociais

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    Guerra Fria: o medo do comunismo uniu os apoiadores do golpe

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    Civil-militar: empresários, imprensa, parte da Igreja e EUA apoiaram

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    Após o golpe: repressão às Ligas e sindicatos sob controle

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Veja funcionando

arrocho salarialtensão socialreação das elitesanticomunismo"salvar a democracia"
Crise do modelo de JK: inflação
Greves e Ligas Camponesas
Reformas de Base de Jango
Guerra Fria: medo do comunismo
Apoio civil: empresários, imprensa, Igreja, EUA
31/3/1964: golpe depõe Jango
Ligas reprimidas, sindicatos controlados
Economia, campo e Guerra Fria convergem no apoio civil que sustenta o golpe; depois, repressão e controle.