Indução: só o fluxo que VARIA gera corrente
Gerador, fogão de indução, RFID e captador de guitarra: um campo magnético mudando dentro de uma bobina.
Em 60 segundos
O fluxo magnético mede quanto campo atravessa uma espira. A lei de Faraday diz que surge uma f.e.m. quando esse fluxo varia: . Ímã parado dentro da bobina, por mais forte que seja, não induz nada. Para variar o fluxo você mexe o ímã ou a bobina, gira a espira, ou usa corrente alternada que faz o campo oscilar. Quanto mais rápido o fluxo muda, maior a f.e.m.: num gerador, . O sinal de menos é a lei de Lenz: a corrente induzida se opõe à variação que a criou.
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Campo constante e nada se mexendo: fluxo fixo, corrente zero
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Mais espiras, campo, área ou rotação = mais f.e.m.
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Quem induz é campo MAGNÉTICO variável, não campo elétrico
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Inverter polo OU movimento inverte a corrente; inverter os dois mantém
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O material precisa interagir com o ímã (aço sim, náilon não)
Veja funcionando
- fluxo Φ (rotação ω)
- f.e.m. com ω
- f.e.m. com 2ω
🎛️ Compare 'Gira o dobro' e 'Dobro de espiras': os dois dobram o pico, mas só a rotação dobra também a frequência. Depois teste 'Ímã parado'.
🧪 Simulação
Monte seu gerador
Uma bobina gira num campo magnético. Mexa no número de espiras, no campo, na área e na frequência de giro e compare com o gerador de referência.
- Velocidade angular ω = 2πf
- 62,8 rad/s
- Fluxo máximo por espira
- 0,002 Wb
- f.e.m. máxima N·B·A·ω
- 12,57 V
- Vezes a referência
- 1
- seu gerador
- referência (100 esp., 0,2 T, 100 cm², 10 Hz)
Com 100 espiras, 0,2 T e 100 cm² girando a 10 Hz, o pico é 12,57 V, 1 vezes o gerador de referência. Zere a frequência: o campo continua lá, mas a f.e.m. vai a zero.