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Estado Novo: centralizar, calar e tutelar

De 1937 a 1945, Vargas trocou o voto por propaganda, censura e direitos concedidos de cima.

caiu 9× no ENEM · 2016 (2) · 2022 · 2021aula de 2 minutos
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O Estado Novo (1937–1945) foi a ditadura de Vargas. O golpe usou como pretexto o Plano Cohen, um plano comunista forjado, e a Constituição de 1937 (a "Polaca", de Francisco Campos) fechou o Congresso e concentrou tudo no Executivo. Três marcas caem sempre: centralização (interventores, queima das bandeiras estaduais, IBGE para conhecer o território), propaganda e censura (DIP, rádio, cartilhas: fabricar apoio no lugar do voto) e trabalhismo com controle (direitos como dádiva, sindicato atrelado ao Estado, greve proibida). Leia os documentos do regime como propaganda, não como descrição neutra.

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    Golpe de 1937 com pretexto forjado: o Plano Cohen

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    Constituição "Polaca": Congresso fechado, Executivo forte

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    DIP: censura à imprensa e culto à imagem de Vargas

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    Direitos trabalhistas vieram junto com sindicato controlado

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    Centralização: interventores e fim da autonomia dos estados

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Veja funcionando

Plano Cohen forjado
Congresso fechado
Executivo forte (Francisco Campos)
Interventores nos estados
Queima das bandeiras estaduais
IBGE e mapas do território
DIP controla imprensa e rádio
Cartilhas e culto a Vargas
Controle do papel de imprensa
Salário mínimo e CLT
Sindicato único ligado ao Estado
Justiça do Trabalho; greve proibida
Circular secreta contra judeus
Simpatias pelo nazifascismo
Golpe e Constituição de 1937
Centralização
Propaganda e censura
Trabalho sob tutela
Nacionalismo autoritário
Estado Novo (1937–1945)
Os ramos que o ENEM mais cobra: como o regime nasceu, concentrou poder, fabricou apoio e trouxe o trabalhador para dentro do Estado.