Estado Novo: centralizar, calar e tutelar
De 1937 a 1945, Vargas trocou o voto por propaganda, censura e direitos concedidos de cima.
Em 60 segundos
O Estado Novo (1937–1945) foi a ditadura de Vargas. O golpe usou como pretexto o Plano Cohen, um plano comunista forjado, e a Constituição de 1937 (a "Polaca", de Francisco Campos) fechou o Congresso e concentrou tudo no Executivo. Três marcas caem sempre: centralização (interventores, queima das bandeiras estaduais, IBGE para conhecer o território), propaganda e censura (DIP, rádio, cartilhas: fabricar apoio no lugar do voto) e trabalhismo com controle (direitos como dádiva, sindicato atrelado ao Estado, greve proibida). Leia os documentos do regime como propaganda, não como descrição neutra.
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Golpe de 1937 com pretexto forjado: o Plano Cohen
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Constituição "Polaca": Congresso fechado, Executivo forte
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DIP: censura à imprensa e culto à imagem de Vargas
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Direitos trabalhistas vieram junto com sindicato controlado
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Centralização: interventores e fim da autonomia dos estados