Decaimento exponencial: metade, metade, metade
Não cai sempre o mesmo tanto: cai sempre a mesma fração.
Em 60 segundos
No decaimento exponencial a quantidade é multiplicada pelo mesmo fator a cada período, com base entre 0 e 1. A meia-vida é o tempo para cair à metade: depois de , passaram meias-vidas e sobra . Por isso 100% → 50% → 25% → 12,5%: a curva nunca chega a zero e cai cada vez mais devagar. A idade de um fóssil depende da fração que sobrou, não de quanto se perdeu. Para achar o tempo até uma fração qualquer, iguale e use logaritmo. Em (resfriamento), quem decai é a diferença para .
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O expoente é t/T: o número de meias-vidas, não o tempo bruto
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Cada meia-vida divide por 2: 1/2, 1/4, 1/8, 1/16…
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Compare frações restantes (Q/Q₀), não perdas absolutas
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Se cai à metade em 10 min, o fator por minuto é (1/2)^(1/10)
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Tempo até uma fração: iguale e aplique log
Veja funcionando
- meia-vida 10
- meia-vida 20
- meia-vida 40
🎛️ Arraste o tempo e conte as meias-vidas: cada uma corta pela metade. Compare com o valor "se fosse linear" para ver o erro clássico.
🧪 Simulação
Meia-vida na prática
Escolha a meia-vida e o tempo decorrido e veja quanto sobra.
- Meias-vidas passadas (t/T)
- 3
- Quantidade restante
- 12,5 %
- Fator por ano
- 0,9772
- Se fosse linear (erro)
- -50 %
Em 90 anos passaram 3 meias-vidas de 30 anos: sobra 12,5%. A cada ano a quantidade é multiplicada por 0,9772. Pensando linear, você diria -50%.