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Mídia e redes: você é o produto

Na rede, seus cliques viram perfil, sua imagem vira prestígio e sua atenção vira mercadoria.

caiu 7× no ENEM · 2010 (2) · 2018 · 2017aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

Na era digital, a lógica da indústria cultural fica mais fina. Cada clique vira dado: o comércio monta seu perfil e manda a oferta feita sob medida para fisgar o desejo. Para Debord, a vida social desliza do ser para o ter e daí para o parecer: o prestígio vem da exposição. Para McLuhan, o meio não é canal passivo, ele molda o pensamento; Carr mostra o paradoxo da internet: informação abundante, leitura rasa. E estar conectado a tudo pode significar estar ausente de quem está perto. Mais oferta não é mais diversidade: algoritmos também padronizam.

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    Seus dados viram perfil, e o perfil vira anúncio individualizado

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    Debord: ser → ter → parecer; prestígio vem da exposição

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    McLuhan: o meio molda o modo de pensar, não é neutro

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    Paradoxo da rede: muita informação, pouca concentração

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    Hiperconexão virtual pode conviver com isolamento real

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Veja funcionando

ser → ter → parecer
prestígio pela exposição
clique vira perfil
anúncio sob medida
bolhas e padronização
McLuhan: mídia não é canal passivo
Carr: muito acesso, pouca concentração
presente em todas as redes
ausente do convívio real
rádio, fita, redes
fala direta com as massas
Espetáculo (Debord)
Dados e algoritmos
O meio molda a mente
Hiperconexão
Mobilização política
Mídia e redes hoje
Cada ramo é um jeito de a mídia agir sobre você: vender, exibir, moldar o pensamento, isolar ou mobilizar.