Respiração aeróbica: a usina de ATP da célula
Elétrons descem até o oxigênio e, no caminho, pagam o ATP que você gasta.
Em 60 segundos
Na respiração aeróbica, a célula oxida a glicose por completo até e e guarda a energia em ATP. São três etapas: glicólise (citoplasma), ciclo de Krebs (matriz da mitocôndria, onde sai o CO₂ e se carrega NADH) e cadeia respiratória (membrana interna). Nela, os elétrons do NADH passam pelos transportadores até o O₂, aceptor final, que vira água; esse fluxo bombeia H⁺, e a volta dos prótons pela ATP sintase fabrica a maior parte do ATP. Rende cerca de 38 ATP por glicose, contra 2 sem oxigênio.
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Glicólise no citoplasma; Krebs e cadeia na mitocôndria
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O₂ é o aceptor final de elétrons e vira água
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O CO₂ sai do ciclo de Krebs, não da cadeia
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ATP vem dos prótons voltando pela ATP sintase
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~38 ATP por glicose com O₂; 2 sem O₂
Veja funcionando
🎛️ Saia de 0% (só 2 ATP por glicose) e suba até 100%: o consumo cai 19 vezes para a mesma energia. É a mesma lógica do desacoplador: menos ATP por glicose, mais glicose queimada.
🧪 Simulação
Mais oxigênio, menos glicose
A célula precisa de uma quantidade fixa de ATP. Aumente a parte da glicose que vai para a respiração aeróbica e veja quantas glicoses ela gasta.
- ATP por glicose (média)
- 2 ATP
- Glicoses consumidas
- 19
- Consumo em relação ao 100% aeróbico
- 19 vezes
Com 0% da glicose na via aeróbica, cada glicose rende 2 ATP em média, e a célula gasta 19 glicoses para obter 38 ATP: 19 vezes o consumo com oxigênio pleno.