Novos movimentos sociais: quando o pessoal vira político
Depois de 1968, a luta deixou de ser só por salário: entrou identidade, corpo, ambiente e o jeito de decidir.
Em 60 segundos
A partir dos anos 1960, a luta social ampliou a agenda além da questão de classe. Estudantes de 1968, feministas, movimento negro, LGBTQ+, indígenas e ambientalistas passaram a lutar por identidade, reconhecimento e direitos. A ideia-chave é que o pessoal é político: corpo, sexualidade, linguagem e costumes viram campo de disputa. Esses movimentos agem pela sociedade civil (protestos, redes, hashtags), desconfiam da política tradicional de partido e pedem mais participação direta. E não substituem o movimento operário: somam pautas a ele.
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Novos movimentos ampliam a pauta de classe, não a substituem
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Marca de 1968: o pessoal é político (corpo, costumes, desejo)
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Ação pela sociedade civil: protesto, rede, hashtag, não pelo Estado
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Interseccionalidade: incluir quem é mais vulnerável no próprio grupo
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Crise da representação: pedido de democracia direta