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Novos movimentos sociais: quando o pessoal vira político

Depois de 1968, a luta deixou de ser só por salário: entrou identidade, corpo, ambiente e o jeito de decidir.

caiu 7× no ENEM · 2024 · 2023 · 2021aula de 2 minutos
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A partir dos anos 1960, a luta social ampliou a agenda além da questão de classe. Estudantes de 1968, feministas, movimento negro, LGBTQ+, indígenas e ambientalistas passaram a lutar por identidade, reconhecimento e direitos. A ideia-chave é que o pessoal é político: corpo, sexualidade, linguagem e costumes viram campo de disputa. Esses movimentos agem pela sociedade civil (protestos, redes, hashtags), desconfiam da política tradicional de partido e pedem mais participação direta. E não substituem o movimento operário: somam pautas a ele.

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    Novos movimentos ampliam a pauta de classe, não a substituem

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    Marca de 1968: o pessoal é político (corpo, costumes, desejo)

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    Ação pela sociedade civil: protesto, rede, hashtag, não pelo Estado

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    Interseccionalidade: incluir quem é mais vulnerável no próprio grupo

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    Crise da representação: pedido de democracia direta

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Veja funcionando

Maio de 1968
Contra a Guerra do Vietnã
Contracultura
Feminismo
Movimento negro
LGBTQ+
Povos indígenas
Ambientalismo
Pacifismo
Direitos das minorias
O pessoal é político
Gênero como construção social
Interseccionalidade
Protesto de rua
Redes e hashtags
Democracia direta, referendo
Origem: anos 1960
Pautas de identidade
Pautas universais
Ideias-chave
Formas de ação
Novos movimentos sociais
De onde vêm, o que reivindicam, que ideias sustentam e como agem. O ENEM costuma dar um texto e pedir para você encaixá-lo num desses ramos.