Meia-vida: metade, metade, metade de novo
Não é subtrair nem dividir por n: é dividir por 2 a cada meia-vida.
Em 60 segundos
Meia-vida () é o tempo para metade dos núcleos radioativos de uma amostra decair. Primeiro você conta quantas meias-vidas cabem no tempo: . Depois divide a massa por 2 uma vez para cada meia-vida: sobra . O decaimento é exponencial: a curva cai rápido no começo, cada vez mais devagar em gramas, e nunca chega a zero. A meia-vida é característica do isótopo: não depende da massa inicial nem da temperatura. É ela que faz o C-14 funcionar como relógio na datação de fósseis.
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Conte as meias-vidas: n = tempo total ÷ meia-vida
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Sobra m₀/2ⁿ: 1 → 1/2 → 1/4 → 1/8 → 1/16 → 1/32
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5 meias-vidas = 1/32 (~3%); 7 meias-vidas = 1/128
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Meia-vida não depende da massa nem da temperatura
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C-14 decai, C-12 é estável: a razão entre eles data o fóssil
Veja funcionando
- meia-vida de 2 (rápido)
- meia-vida de 5
- meia-vida de 10 (lento)
🎛️ Arraste o tempo e conte as metades no fator de divisão. Depois dobre a massa inicial: a meia-vida (a marca de 1 meia-vida) não sai do lugar.
🧪 Simulação
Metades sucessivas
Mexa na massa inicial, na meia-vida e no tempo e veja quantas vezes a amostra foi dividida por 2.
- Meias-vidas decorridas
- 7
- Fator de divisão (2 elevado a n)
- 128
- Massa restante
- 3,9 g
- Massa que já decaiu
- 496,1 g
Em 35 anos passam 7 meias-vidas: os 500 g são divididos por 128. Restam 3,9 g; os outros 496,1 g já decaíram.