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Tectônica de placas: tudo acontece na borda

Terremoto, vulcão, cordilheira e oceano novo: pergunte onde está o limite entre as placas.

caiu 7× no ENEM · 2020 (2) · 2024 · 2019aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

A litosfera é um quebra-cabeça de placas que se movem sobre o manto. O que importa é a borda. Onde as placas se aproximam (convergência), a oceânica mergulha sob a continental (subducção) e surgem fossas, dobramentos modernos (Andes), vulcões e terremotos fortes. Onde se afastam (divergência), a crosta se estica em riftes e dorsais, nasce crosta nova e oceanos se abrem, como o Atlântico Sul no Cretáceo. No interior da placa, como o Brasil, tudo é estável: tremores raros e fracos. Erosão e intemperismo são agentes externos e não fazem o chão tremer.

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    Terremotos se concentram nas bordas das placas

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    Convergência: subducção, fossas e dobramentos modernos

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    Divergência: rifte, dorsal e crosta oceânica nova

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    Brasil fica no centro estável da placa Sul-Americana

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    Erosão e intemperismo são externos: não geram sismos

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Veja funcionando

oceano × continentecompressãotensão liberadadistensãoafastamento contínuovulcanismo
Placas litosféricas se movem sobre o manto
Limite convergente: placas se aproximam
Limite divergente: placas se afastam
Interior da placa, longe das bordas
Subducção: a placa oceânica mergulha
Dobramentos modernos e fossas (Andes)
Terremotos fortes e vulcões
Rifte e dorsal: nasce crosta nova
Oceano se abre (Atlântico Sul)
Estabilidade: tremores raros e fracos (Brasil)
Descubra primeiro em que tipo de lugar o fenômeno ocorre: borda que se aproxima, borda que se afasta ou miolo da placa. O relevo e os tremores vêm daí.