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Império Romano: um só poder sobre muitos povos

De Augusto ao Edito de Milão: um território imenso, a Pax Romana e os cristãos escondidos em casa.

caiu 3× no ENEM · 2020 · 2016 · 2012aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

Em 27 a.C., Otávio recebe o título de Augusto e vira o princeps, o "primeiro cidadão": concentra o poder, mas mantém a fachada republicana (o Senado continua). Começa a Pax Romana, dois séculos de estabilidade, estradas e comércio, e no séc. II o Império chega ao auge, da Britânia ao Egito e à Mesopotâmia. O ENEM cobra duas coisas: a diversidade dos territórios sob um mesmo poder (arte e produtos exóticos como vitrine) e o cristianismo, religião ilícita e perseguida por recusar o culto imperial, tolerada em 313 (Edito de Milão) e oficial em 380.

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    Augusto (27 a.C.) foi princeps, não rei: fachada republicana

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    Pax Romana: estabilidade, estradas e comércio por dois séculos

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    Auge no séc. II: Europa, norte da África e Oriente sob Roma

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    Cristãos recusavam o culto imperial e foram perseguidos até 313

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    Imperialismo (conquista) começou antes, ainda na República

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Veja funcionando

-27
Otávio vira Augusto, o princeps
14
Morte de Augusto; Pax Romana segue
64
Perseguição de Nero aos cristãos
117
Auge territorial sob Trajano
150
Séc. II: cristãos em igrejas domésticas
180
Morte de Marco Aurélio: fim da Pax Romana
212
Caracala estende a cidadania aos livres
303
Grande perseguição de Diocleciano
313
Edito de Milão: cristianismo tolerado
380
Cristianismo vira religião oficial
395
Divisão entre Ocidente e Oriente
Do princeps Augusto à divisão de 395: o auge territorial no séc. II e a virada do cristianismo, de perseguido a oficial.