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Prosa romântica: amor ideal num mundo de interesses

O romance romântico sonha com o amor puro e, por isso mesmo, enxerga o que o corrompe.

caiu 3× no ENEM · 2025 · 2024 · 2022aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

No século XIX o romance vira febre nos folhetins e se divide em vertentes: urbana (Senhora), indianista (Iracema), regionalista (Inocência), histórica e até abolicionista (Úrsula, de Maria Firmina dos Reis). A régua é sempre o ideal: amor puro, heroína bela, final moralizante. Repare que é justamente esse ideal que permite a crítica: o ENEM cobra o casamento como negócio, a mulher sem voz e a escravidão condenada pela fé que a sociedade professa. Você acha a resposta no próprio trecho: quem decide, quem fala e o que o narrador condena.

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    Vertentes: urbano, indianista, regionalista, histórico e abolicionista

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    O ideal (amor puro, moral cristã) é a régua da crítica

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    Casamento por interesse é tema central do romance urbano de Alencar

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    Mulher idealizada, mas sem voz: quem decide são os homens

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    Crítica romântica é moral e indignada; a análise fria é do Realismo

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Veja funcionando

Senhora (Alencar, 1875)
Lucíola
A Moreninha (Macedo)
casamento x dinheiro
Iracema
O Guarani
índio herói nacional
Inocência (Taunay, 1872)
O sertanejo
costumes do interior
As minas de prata
passado nacional idealizado
Úrsula (Maria Firmina, 1859)
conto A escrava
fé contra a escravidão
amor idealizado
heroína bela e pura
final moralizante
folhetim
Urbano
Indianista
Regionalista
Histórico
Abolicionista
Marcas comuns
Romance romântico
As vertentes da prosa romântica e o que elas têm em comum: o ideal como medida do mundo.