Vacina: o antígeno que treina seu corpo
A vacina não traz a defesa pronta: ela ensina você a fabricar a sua.
Em 60 segundos
A vacina leva ao corpo um antígeno: vírus atenuado ou inativado, um pedaço dele (como a proteína espícula do coronavírus) ou a instrução para produzi-lo. Ela não traz anticorpos nem linfócitos prontos. Seus linfócitos reconhecem o antígeno, os linfócitos B viram plasmócitos, que produzem anticorpos específicos, e ficam células de memória. Isso é imunização ativa: demora alguns dias para se formar, mas dura. Quando o patógeno de verdade aparece, a memória dispara uma resposta rápida e forte. Por isso vacina é prevenção, não cura de doença já instalada.
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Vacina contém antígeno, não anticorpo nem linfócito
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Quem fabrica os anticorpos é o próprio vacinado (imunização ativa)
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A proteção duradoura vem das células de memória, não do genoma
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Anticorpos prontos = soro (passiva); vacina previne, não cura
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O antígeno não ataca o vírus: só dispara a resposta imune
Veja funcionando
🎛️ Leve o contato para o dia 80: os anticorpos da vacina já quase sumiram, mas o vacinado ainda responde antes e mais forte. Quem protege é a memória.
🧪 Simulação
Anticorpos: vacinado x não vacinado
A vacina é dada no dia 0. Escolha o dia em que o vírus de verdade chega e a força da memória deixada pela vacina.
- Pico do vacinado (dia)
- 50
- Pico do não vacinado (dia)
- 55
- Altura do pico do vacinado
- 120
- vacinado no dia 0
- sem vacina
Com o vírus no dia 45, o vacinado chega ao pico no dia 50, com altura 120; quem não se vacinou só chega ao pico no dia 55, com altura 30.