Máquinas térmicas: nunca 100% de rendimento
Todo motor paga pedágio à fonte fria, e é a 2ª lei que cobra.
Em 60 segundos
Uma máquina térmica tira calor da fonte quente, transforma parte em trabalho e obrigatoriamente rejeita o resto para a fonte fria: . O rendimento é sempre menor que 100% (2ª lei). O teto é o de Carnot, , com temperaturas em kelvin. Num motor, o trabalho sai na expansão do gás (área sob a curva no P-V). A geladeira é a máquina ao contrário: gasta trabalho para levar calor do frio para o quente e despeja lá fora.
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Q_q = W + Q_f: sempre sobra calor rejeitado
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Rendimento < 100% é lei física, não defeito de engenharia
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Carnot: η = 1 − T_f/T_q, com T em kelvin
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O gás só realiza trabalho quando se expande
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Geladeira: calor do frio para o quente só com trabalho
Veja funcionando
🎛️ Esquente a fonte quente e veja o rendimento subir sem nunca chegar a 100%; compare com a conta errada feita em °C.
🧪 Simulação
O teto de Carnot
Mude as temperaturas das fontes (em °C) e o calor recebido; veja o máximo que pode virar trabalho e o mínimo que vai para a fonte fria.
- Rendimento máximo (Carnot)
- 50 %
- Trabalho máximo
- 500 J
- Calor mínimo rejeitado
- 500 J
- Conta errada, em °C
- 91,7 %
Entre 327 °C e 27 °C o teto é 50%: de 1.000 J, no máximo 500 J viram trabalho e pelo menos 500 J vão para a fonte fria. Em °C daria 91,7%, errado.