O poema ao lado, "Gioconda (Da Vinci)", de Carlos Drummond de Andrade, refere-se a uma célebre tela renascentista:
NÃO se pode afirmar que o poema

O ardiloso sorriso alonga-se em silêncio para contemporâneos e pósteros ansiosos, em vão, por decifrá-lo. Não há decifração. Há o sorriso.
(Em: Farewell. Rio de Janeiro: Record, 1996.)