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Escravidão: a base do Brasil colonial e imperial

Trabalho forçado, tráfico lucrativo e uma resistência que ia muito além do quilombo.

caiu 15× no ENEM · 2016 (4) · 2021 (2) · 2019 (2)aula de 2 minutos
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A escravidão foi a base da economia colonial e imperial: primeiro de indígenas, depois, sobretudo, de africanos trazidos pelo tráfico atlântico, um negócio lucrativo que ligava Brasil e África (e que se deslocou da Bahia para o Rio com o ouro de Minas). O ENEM não cobra só o engenho. Cobra o cotidiano (escravos de ganho, quitandeiras, carregadores, sapatos como marca de liberdade), a justificação (Igreja e medicina da época a serviço do cativeiro) e a resistência, que ia além do quilombo: fuga, fingir-se forro, fé, irmandades. Da mistura de povos africanos nasceu uma identidade afro-brasileira.

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    Africanos predominaram, mas indígenas também foram escravizados

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    O tráfico era negócio: com o ouro, o eixo passa da Bahia ao Rio

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    Resistência vai além do quilombo: fuga, disfarce, fé, irmandades

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    Nas cidades: escravos de ganho, quitandeiras e carregadores

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    Igreja e ciência da época justificavam e geriam o cativeiro

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Veja funcionando

1550
Tráfico regular de africanos para os engenhos
1570
Lei de D. Sebastião restringe cativeiro indígena (guerra justa)
1695
Morte de Zumbi: fim de Palmares
1700
Ouro em Minas: o Rio vira o grande porto do tráfico
1798
Conjuração Baiana propõe abolir a escravidão
1835
Revolta dos Malês em Salvador
1850
Lei Eusébio de Queirós proíbe o tráfico
1871
Lei do Ventre Livre
1885
Lei dos Sexagenários
1888
Lei Áurea: abolição
Quase 350 anos de cativeiro: resistência o tempo todo, fim do tráfico em 1850 e abolição só em 1888.