Escravidão: a base do Brasil colonial e imperial
Trabalho forçado, tráfico lucrativo e uma resistência que ia muito além do quilombo.
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A escravidão foi a base da economia colonial e imperial: primeiro de indígenas, depois, sobretudo, de africanos trazidos pelo tráfico atlântico, um negócio lucrativo que ligava Brasil e África (e que se deslocou da Bahia para o Rio com o ouro de Minas). O ENEM não cobra só o engenho. Cobra o cotidiano (escravos de ganho, quitandeiras, carregadores, sapatos como marca de liberdade), a justificação (Igreja e medicina da época a serviço do cativeiro) e a resistência, que ia além do quilombo: fuga, fingir-se forro, fé, irmandades. Da mistura de povos africanos nasceu uma identidade afro-brasileira.
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Africanos predominaram, mas indígenas também foram escravizados
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O tráfico era negócio: com o ouro, o eixo passa da Bahia ao Rio
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Resistência vai além do quilombo: fuga, disfarce, fé, irmandades
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Nas cidades: escravos de ganho, quitandeiras e carregadores
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Igreja e ciência da época justificavam e geriam o cativeiro