Pré-colonial: pau-brasil, escambo e o primeiro encontro
Antes de colonizar, Portugal só extraía. O ENEM cobra os olhares desse encontro.
Em 60 segundos
Entre 1500 e 1530, Portugal ainda não colonizava o Brasil: só explorava. O lucro estava nas Índias; aqui, sem ouro à vista, a Coroa fez do pau-brasil (corante vermelho para tecidos) um monopólio arrendado a mercadores. Os tupi cortavam e carregavam a madeira até as feitorias do litoral em troca de ferramentas e miçangas: o escambo. Junto com o lucro vinha a fé: "salvar esta gente" era convertê-la. O ENEM cobra os olhares desse encontro: o cronista que critica a cobiça, o ancião que não entende tanto trabalho por lenha, a sociedade tupi com aldeias agrícolas e guerra ritual.
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1500–1530: extração de pau-brasil, sem povoamento; a colonização começa em 1530
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Escambo: indígenas cortam e carregam a madeira por ferramentas e miçangas
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Lucro e fé andam juntos: "salvar esta gente" = catequizar
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Tupi: agricultores semissedentários, guerra de vingança ritual, sem conquista
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Europeu extrai para vender; tupi produz para usar: daí o estranhamento