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Pré-colonial: pau-brasil, escambo e o primeiro encontro

Antes de colonizar, Portugal só extraía. O ENEM cobra os olhares desse encontro.

caiu 4× no ENEM · 2018 · 2013 · 2011aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

Entre 1500 e 1530, Portugal ainda não colonizava o Brasil: só explorava. O lucro estava nas Índias; aqui, sem ouro à vista, a Coroa fez do pau-brasil (corante vermelho para tecidos) um monopólio arrendado a mercadores. Os tupi cortavam e carregavam a madeira até as feitorias do litoral em troca de ferramentas e miçangas: o escambo. Junto com o lucro vinha a fé: "salvar esta gente" era convertê-la. O ENEM cobra os olhares desse encontro: o cronista que critica a cobiça, o ancião que não entende tanto trabalho por lenha, a sociedade tupi com aldeias agrícolas e guerra ritual.

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    1500–1530: extração de pau-brasil, sem povoamento; a colonização começa em 1530

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    Escambo: indígenas cortam e carregam a madeira por ferramentas e miçangas

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    Lucro e fé andam juntos: "salvar esta gente" = catequizar

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    Tupi: agricultores semissedentários, guerra de vingança ritual, sem conquista

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    Europeu extrai para vender; tupi produz para usar: daí o estranhamento

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Veja funcionando

1500
Cabral chega; carta de Caminha: sem ouro, "salvar esta gente"
1501
Expedições de reconhecimento do litoral
1502
Coroa arrenda o pau-brasil a mercadores (Fernão de Noronha)
1504
Feitorias no litoral: escambo com os tupi
1530
Expedição de Martim Afonso: começa a colonização efetiva
1534
Capitanias hereditárias
1557
Léry registra o espanto do ancião tupinambá com o pau-brasil
Três décadas de extração por escambo até 1530; os relatos de cronistas e viajantes seguem registrando o encontro.