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1º Reinado: a Constituição de 1824 e a crise de Pedro I

Voto para poucos e poder demais para um: a receita que terminou na abdicação de 1831.

caiu 3× no ENEM · 2019 · 2012 · 2011aula de 2 minutos
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O 1º Reinado (1822–1831) é o governo de D. Pedro I. Em 1823 ele dissolve a Constituinte e em 1824 outorga (impõe) a Constituição, que cria o Poder Moderador, exclusivo do imperador, e um voto censitário (exige renda: 100 mil réis por ano para votar) e indireto (votantes escolhem eleitores, que escolhem deputados e senadores). Resultado: o poder fica com grandes proprietários e comerciantes. Centralização, repressão à Confederação do Equador (1824), perda da Cisplatina (1828) e favorecimento aos portugueses alimentam a oposição liberal: Noite das Garrafadas e abdicação em 1831.

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    Constituição de 1824 foi outorgada, após dissolver a Constituinte

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    Poder Moderador: o imperador acima dos outros três poderes

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    Voto censitário (renda mínima) e indireto (em dois graus)

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    A lei garantia o poder a proprietários e comerciantes

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    Brasileiros × portugueses era, no fundo, oposição ao imperador

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Veja funcionando

Constituinte dissolvida em 1823
Poder Moderador do imperador
Catolicismo religião oficial
votante: 100 mil réis/ano
eleitor: 200 mil réis
deputado: 400 mil réis
senador: 800 mil réis
votantes → eleitores de província
eleitores → deputados e senadores
pobres, criados, menores de 25
religiosos de clausura
mulheres e escravizados
Confederação do Equador (1824)
Perda da Cisplatina (1828)
Noite das Garrafadas (1831)
Abdicação em 7 de abril de 1831
Regência até a maioridade de Pedro II
Constituição outorgada (1824)
Voto censitário
Voto indireto
Excluídos
Crise e oposição liberal
Desfecho
1º Reinado (1822–1831)
Uma Constituição imposta, um voto de poucos e um imperador centralizador: as peças que o ENEM cobra do 1º Reinado.