República de 1946: democracia, JK e polarização
Dezoito anos de voto direto, indústria acelerada e crises em série, até o golpe de 1964.
Em 60 segundos
Entre 1946 e 1964 o Brasil viveu sua primeira democracia de massas: Constituição de 1946, eleições diretas e partidos nacionais (PSD e PTB, herdeiros de Vargas; UDN, oposição liberal). O motor era o desenvolvimentismo: industrializar rápido, com Estado e capital estrangeiro (JK, Plano de Metas, Brasília). Mas o crescimento veio concentrado, com inflação e desigualdade, e a política se polarizou: o suicídio de Vargas (1954) adiou um golpe, a renúncia de Jânio (1961) abriu nova crise e as reformas de base de Jango terminaram no golpe civil-militar de 1964.
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PSD e PTB (getulistas) × UDN (oposição liberal, Lacerda)
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Suicídio de Vargas (1954): comoção popular, oposição recua
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JK: Plano de Metas, "50 anos em 5", Brasília, capital estrangeiro
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Crescimento com inflação, concentração regional e fome
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Jango e as reformas de base → golpe de 1964