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República de 1946: democracia, JK e polarização

Dezoito anos de voto direto, indústria acelerada e crises em série, até o golpe de 1964.

caiu 4× no ENEM · 2021 · 2019 · 2018aula de 2 minutos
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Entre 1946 e 1964 o Brasil viveu sua primeira democracia de massas: Constituição de 1946, eleições diretas e partidos nacionais (PSD e PTB, herdeiros de Vargas; UDN, oposição liberal). O motor era o desenvolvimentismo: industrializar rápido, com Estado e capital estrangeiro (JK, Plano de Metas, Brasília). Mas o crescimento veio concentrado, com inflação e desigualdade, e a política se polarizou: o suicídio de Vargas (1954) adiou um golpe, a renúncia de Jânio (1961) abriu nova crise e as reformas de base de Jango terminaram no golpe civil-militar de 1964.

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    PSD e PTB (getulistas) × UDN (oposição liberal, Lacerda)

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    Suicídio de Vargas (1954): comoção popular, oposição recua

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    JK: Plano de Metas, "50 anos em 5", Brasília, capital estrangeiro

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    Crescimento com inflação, concentração regional e fome

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    Jango e as reformas de base → golpe de 1964

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Veja funcionando

1945
Vargas é deposto pelos militares
1946
Nova Constituição: democracia liberal
1950
Vargas volta eleito pelo voto
1954
Suicídio de Vargas e revolta popular
1955
JK eleito; golpe preventivo garante a posse
1956
Plano de Metas: "50 anos em 5"
1960
Inauguração de Brasília
1961
Jânio renuncia; Jango assume no parlamentarismo
1963
Plebiscito volta ao presidencialismo; reformas de base
1964
Golpe civil-militar
Do fim do Estado Novo ao golpe: crises políticas cada vez mais próximas umas das outras.