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Globalização: fluxos rápidos, mas não para todos

O mundo ficou em rede: mercadoria e informação voam, gente pobre esbarra no muro.

caiu 9× no ENEM · 2018 (2) · 2023 · 2022aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

Globalização é a aceleração e a integração dos fluxos (mercadorias, capitais, informação, produção) em escala mundial. Comércio mundial existe desde as Grandes Navegações; o novo, desde o fim do século XX, é a velocidade, graças ao meio técnico-científico-informacional (Milton Santos): a informação une as técnicas e a produção se desterritorializa, em etapas espalhadas por vários países. O ENEM cobra o lado crítico: os fluxos são seletivos (mercadoria circula, migrante pobre é barrado), a automação gera desemprego estrutural e a competitividade vira guerra em que tudo vale.

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    O novo não é o comércio mundial, é a velocidade dos fluxos

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    Meio técnico-científico-informacional: a informação comanda

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    Produção em rede e desterritorializada, não mais fordista

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    Fluxos seletivos: capital circula, pessoas pobres são barradas

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    Globalização perversa: automação e desemprego estrutural

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Veja funcionando

Informação une as técnicas
Presença planetária
Etapas em vários países
Desterritorialização
Adeus à fábrica fordista
Mercadorias e capital circulam
Migrantes pobres são barrados
Fronteiras viram filtro
Automação e desemprego estrutural
Competitividade: tudo vale
Local e global misturados
Poucos polos comandam
Meio técnico-científico-informacional
Produção em rede
Fluxos seletivos
Globalização perversa
Redes multiescalares
Globalização
Os cinco ângulos com que o ENEM lê a globalização: técnica, produção, seletividade, crítica social e escala.