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Arte moderna: a ruptura com a academia

Toda questão de arte moderna pergunta a mesma coisa: o que ela deixou de obedecer?

caiu 4× no ENEM · 2010 (2) · 2016 · 2015aula de 2 minutos
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Em 60 segundos

A arte acadêmica seguia regras: cor misturada na paleta, contorno nítido, proporção clássica, corpo idealizado e temas nobres. A arte moderna nasce rompendo essas regras. O Impressionismo põe cor pura direto na tela para captar a luz; no Brasil, Anita Malfatti (1917) e a Semana de 22 trocam as normas europeias por cor livre e temas nacionais, e Tarsila leva isso à Antropofagia. No século XX, guerras e psicanálise fazem o rosto se deformar, e até quem pinta realista, como Lucian Freud, recusa o ideal de perfeição. Na prova, a alternativa certa descreve a ruptura; as erradas devolvem a regra acadêmica.

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    Moderno = romper com a norma acadêmica (ideal, proporção, contorno)

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    Impressionismo: cor pura justaposta, luz do instante, ar livre

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    Anita (1917) e Semana de 22: cor livre e temas brasileiros

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    Abaporu é de Tarsila e inspira o Manifesto Antropófago (1928)

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    Rosto deformado no séc. XX: guerras e psicanálise

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Veja funcionando

CritérioAcademia (regra)Arte moderna (ruptura)Onde o ENEM cobrou
Cormisturada na paleta, contidapura, livre, justaposta na telaImpressionismo; Anita Malfatti
Contorno e sombranítido; sombra cinza e pretadiluído; sombra coloridaMonet, Mulher com sombrinha
Corpo e rostoideal de beleza, proporçãocorpo real, marcado ou deformadoLucian Freud; Francis Bacon
Temanobre, modelo europeucotidiano, povo, BrasilSemana de 22; Tarsila
Objetivoidealizar, ensinarregistrar a percepção e a subjetividadetodas as questões do nó
A coluna do meio é onde moram as alternativas erradas; a da direita, a resposta. Em cada questão, pergunte qual regra acadêmica a obra quebra.