Direitos humanos: de todos, o tempo todo
Valem para qualquer pessoa só por ela ser pessoa, e o ENEM quer que você reconheça quando são violados.
Em 60 segundos
Direitos humanos são universais e inalienáveis: valem para todos, sem distinção de nacionalidade, raça, gênero ou crença, inclusive para acusados. A base é a dignidade humana. Eles foram conquistados em etapas: 1789 trouxe a igualdade perante a lei; 1948, depois do Holocausto, a Declaração Universal pôs a pessoa (sobretudo a vulnerável) no centro da ordem internacional; 1988 escreveu direitos sociais na Constituição. No ENEM, você nomeia a violação (tortura, feminicídio, xenofobia, trabalho escravo) e lembra: lei no papel não basta, é preciso que ela seja cumprida.
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Universais e inalienáveis: valem para todos, inclusive acusados
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1789: igualdade jurídica; 1948: DUDH, resposta ao Holocausto
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Civis, políticos, sociais e difusos são tipos diferentes de direitos
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Ter a lei não garante o direito: o ENEM cobra a distância entre os dois
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Violência contra a mulher inclui a patrimonial, não só a física