Rendimento e pureza: a estequiometria real
A conta ideal dá o máximo; pureza e rendimento dizem quanto sai de verdade.
Em 60 segundos
A proporção da equação dá o máximo teórico: tudo o que reage vira produto. Na vida real há duas perdas. A pureza filtra o reagente: de 200 g de amostra 80% pura, só 160 g reagem. O rendimento mede a eficiência da reação: , sempre calculado em mol e sobre o reagente limitante. Ida e volta: para achar o produto, multiplique por ; para saber quanto reagente usar, divida por (rendimento baixo pede mais reagente, nunca menos).
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Pureza corta o reagente antes da conta; rendimento corta o produto depois
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Rendimento em mol, sobre o reagente limitante
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Achar o produto: multiplica por η; achar o reagente: divide por η
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Rendimento e pureza nunca passam de 100%
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Siga a corrente: massa → mol → proporção → mol → massa/volume
Veja funcionando
🎛️ Comece em 'Tudo ideal' e baixe a pureza e depois o rendimento: as duas perdas se multiplicam, mas uma age no reagente e a outra no produto.
🧪 Simulação
Calcário → cal: pureza e rendimento
Na decomposição CaCO₃ → CaO + CO₂ (100 g/mol → 56 g/mol), mexa na amostra, na pureza e no rendimento e veja onde cada perda entra.
- CaCO₃ puro
- 160 g
- Mol de CaCO₃
- 1,6 mol
- CaO teórico
- 89,6 g
- CaO realmente obtido
- 80,6 g
De 200 g de amostra, só 160 g são CaCO₃ (1,6 mol). O máximo seria 89,6 g de CaO; com 90% de rendimento saem 80,6 g.