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Modernismo 1ª fase: o Brasil em verso livre

De 1922 a 1930, a poesia desce do pedestal: cotidiano, humor e um Brasil misturado.

caiu 5× no ENEM · 2023 · 2020 · 2014aula de 2 minutos
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A primeira fase do Modernismo (1922–1930), a fase heroica, veio destruir as regras parnasianas e experimentar. Você a reconhece por: verso livre e linguagem coloquial; o cotidiano como matéria poética (brinquedos de camelô, uma estrada da roça); humor e ironia; e um nacionalismo crítico, que discute o que é ser brasileiro em vez de exaltar o país. Mário de Andrade se diz "um tupi tangendo um alaúde": identidade como mistura, ideia que o Manifesto Antropófago (1928), de Oswald, transforma em programa. Manuel Bandeira tira reflexões fundas, como a passagem do tempo, de cenas banais.

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    Fase heroica: 1922 a 1930, ruptura e experimentação

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    Verso livre, linguagem coloquial, humor e ironia

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    O cotidiano banal vira matéria lírica (Bandeira)

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    Nacionalismo crítico: identidade como mistura, não ufanismo

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    Nomes-chave: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira

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Veja funcionando

1922
Semana de Arte Moderna; Pauliceia desvairada (Mário)
1924
Manifesto Pau-Brasil (Oswald); O ritmo dissoluto (Bandeira)
1925
Pau Brasil, poemas de Oswald
1927
Clã do jabuti (Mário)
1928
Manifesto Antropófago (Oswald); Macunaíma (Mário)
1930
Libertinagem (Bandeira); Alguma poesia (Drummond) abre a 2ª fase
Da Semana de 22 a 1930: manifestos, experimentação e a pergunta sobre o que é ser brasileiro.