Modernismo 1ª fase: o Brasil em verso livre
De 1922 a 1930, a poesia desce do pedestal: cotidiano, humor e um Brasil misturado.
Em 60 segundos
A primeira fase do Modernismo (1922–1930), a fase heroica, veio destruir as regras parnasianas e experimentar. Você a reconhece por: verso livre e linguagem coloquial; o cotidiano como matéria poética (brinquedos de camelô, uma estrada da roça); humor e ironia; e um nacionalismo crítico, que discute o que é ser brasileiro em vez de exaltar o país. Mário de Andrade se diz "um tupi tangendo um alaúde": identidade como mistura, ideia que o Manifesto Antropófago (1928), de Oswald, transforma em programa. Manuel Bandeira tira reflexões fundas, como a passagem do tempo, de cenas banais.
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Fase heroica: 1922 a 1930, ruptura e experimentação
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Verso livre, linguagem coloquial, humor e ironia
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O cotidiano banal vira matéria lírica (Bandeira)
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Nacionalismo crítico: identidade como mistura, não ufanismo
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Nomes-chave: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira