2ª fase modernista: o sertão cru e o eu no mundo
Depois da ruptura de 22, a maturidade: romance de denúncia social e poesia que pensa a existência.
Em 60 segundos
A 2ª fase modernista (1930–1945) é a da maturidade: a ruptura de 22 já estava feita, e a liberdade conquistada serve para olhar o país e o próprio eu. Na prosa, o Romance de 30 (Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, José Lins do Rego, Jorge Amado) mostra seca, fome e êxodo de forma crua, com linguagem próxima da fala regional e o olhar dos oprimidos. Na poesia, Drummond, Cecília Meireles e Jorge de Lima tratam do tempo, da morte, da identidade e do outro com tom reflexivo, não mais de manifesto. A denúncia vem das imagens, não de discurso do narrador.
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Romance de 30 (regionalista) é da 2ª fase, não da 1ª.
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Prosa: seca, êxodo e miséria mostrados sem idealização.
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Poesia: tom reflexivo, existencial e social; sem piada de 22.
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Drummond: o eu formado pelo lugar e pela sociedade.
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Cecília: transitoriedade; aceitar que tudo passa leva ao eterno.