A conquista da medalha de prata por Rayssa Leal, no skate street nos Jogos Olímpicos, é exemplo da representatividade feminina no esporte, avalia a âncora do jornal da rede de televisão da CNN. A apresentadora, que também anda de skate, celebrou a vitória da brasileira, que entrou para a história como a atleta mais nova a subir num pódio defendendo o Brasil. “Essa representatividade do esporte nos Jogos faz pensarmos que não temos que ficar nos encaixando em nenhum lugar. Posso gostar de passar notícia e, mesmo assim, gostar de skate, subir montanha, mergulhar, andar de bike, fazer yoga. Temos que parar de ficar enquadrando as pessoas dentro de regras. A gente vive num padrão no qual a menina ganha boneca, mas por que também não fazer um esporte de aventura? Por que o homem pode se machucar, cair de joelhos, e a menina tem que estar sempre lindinha dentro de um padrão? Acabamos limitando os talentos das pessoas”, afirmou a jornalista, sobre a prática do skate por mulheres.
O discurso da jornalista traz questionamentos sobre a relação da conquista da skatista com a
👉 Tente resolver: clique na alternativa e confirme sua resposta.Rascunho de prova: ✕ elimina, ★ marca como provável (no celular, arraste a alternativa pro lado).
⏱00:00
A
Conciliação do jornalismo com a prática do skate.
B
Inserção das mulheres na modalidade skate street.
C
Desconstrução da noção do skate como modalidade masculina.
D
Vanguarda de ser a atleta mais jovem a subir no pódio olímpico.
E
Conquista de medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Aqui o ENEM quer ver se você separa o fato que motiva o discurso (a medalha) do questionamento que ele levanta (os padrões de gênero).
🪤
A armadilha
Quem fica nos fatos da notícia (mulheres no skate, idade recorde, medalha) marca B, D ou E e perde o tom de crítica ao padrão que a jornalista questiona.
Quem cai nela marca B, D, E.
“Essa representatividade do esporte nos Jogos faz pensarmos que não temos que ficar nos encaixando em nenhum lugar. Posso gostar de passar notícia e, mesmo assim, gostar de skate1, subir montanha, mergulhar, andar de bike, fazer yoga”. Temos que parar de ficar enquadrando as pessoas dentro das regras.2 A gente vive num padrão no qual a menina ganha boneca, mas por que também não fazer um esporte de aventura?3Por que o homem pode se machucar, cair de joelhos, e a menina tem que estar sempre lindinha dentro de um padrão?4 Acabamos limitando os talentos das pessoas”, afirmou a jornalista, sobre a prática do skate por mulheres.
1“Posso gostar de passar notícia e, mesmo assim, gostar de skate” — Exemplo pessoal da âncora, não o centro da crítica (é a isca da A).
2“Temos que parar de ficar enquadrando as pessoas dentro das regras.” — A tese: não encaixar as pessoas em padrões.
3“a menina ganha boneca, mas por que também não fazer um esporte de aventura?” — 1º questionamento: esporte de aventura não é só de menino.
4“Por que o homem pode se machucar, cair de joelhos, e a menina tem que estar sempre lindinha dentro de um padrão?” — 2º questionamento: o padrão de gênero que o skate de Rayssa desmonta.
As perguntas da jornalista mostram o que ela questiona: a ideia de que aventura e queda são coisa de menino.
A explicação completa tem 3 passos para você tentar antes de revelar, o motivo de cada alternativa estar certa ou errada.
🔒
Explicação detalhada da IA
Entenda por que cada alternativa está certa ou errada, passo a passo — gerado pela IA do Esmer.
Com a conta grátis você vê 3 explicações completas. No Premium, todas — e ainda o diagnóstico do seu erro.
⚡ Com a conta grátis você responde as questões oficiais e vê o gabarito