Probabilidade condicional: o "dado que" muda o total
Depois da barra vem o novo universo. É ele que vai no denominador.
Em 60 segundos
é a chance de sabendo que aconteceu. O universo encolhe para : conte só os casos de e veja quantos também são . Por isso . Cuidado: e têm denominadores diferentes e quase nunca são iguais. Quando o enunciado dá porcentagens em dois grupos, invente um total fácil (1 000, 10 000), monte a tabela ou a árvore e conte. E se o evento pode vir por dois caminhos (chove/não chove), some os ramos: cada ramo é P(cenário) × P(evento | cenário).
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"Dado que B": o total passa a ser só B
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P(A | B) ≠ P(B | A): veja quem está depois da barra
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Porcentagens em grupos? Invente 1 000 ou 10 000 casos
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Árvore: multiplique ao longo do ramo, some os ramos
Veja funcionando
| B (condição) | não B | Total | |
|---|---|---|---|
| A | n(A e B) | n(A e não B) | n(A) |
| não A | n(não A e B) | n(não A e não B) | n(não A) |
| Total | n(B) | n(não B) | N |
🎛️ Mude as três taxas e compare P(A | G) com P(G | A): no preset da doença rara, um teste 95% sensível ainda dá poucos doentes entre os positivos.
🧪 Simulação
Dois grupos, um evento: quem é quem?
Num total de 1 000 casos, ajuste o tamanho do grupo G e a taxa do evento A dentro e fora dele.
- Casos em G (de 1 000)
- 300
- A e G
- 150
- A e não G
- 175
- Total de A
- 325
- P(A) — soma dos ramos
- 0,325
- P(G | A) — a inversa
- 0,462
Dos 325 casos de A, 150 estão em G: P(G | A) = 0,462, bem diferente de P(A | G) = 50%. E P(A) = 0,325.