Questões de Literatura
101 questões de Literatura (Linguagens) com gabarito. A resolução comentada é do Premium.
- ENEM 2013 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 99
Olá! Negro Os netos de teus mulatos e de teus cafuzos e a quarta e a quinta gerações de teu sangue sofredor tentarão apagar a tua cor! E as gerações …
- ENEM 2013 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 115
Querô DELEGADO — Então desce ele. Vê o que arrancam desse sacana. SARARÁ — Só que tem um porém. Ele é menor. DELEGADO — Então vai com jeito. Depois a…
- ENEM 2013 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 116
Mal secreto Se a cólera que espuma, a dor que mora N’alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto s…
- ENEM 2013 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 122
Capítulo LIV — A pêndula Saí dali a saborear o beijo. Não pude dormir; estirei-me na cama, é certo, mas foi o mesmo que nada. Ouvi as horas todas da …
- ENEM 2013 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 124
Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-hist…
- ENEM 2012 · Linguagens · EspanholLiteratura — nº 91
Obituario\ Lo enterraron en el corazón de un bosque de pinos y sin embargo el ataúd de pino fue importado de Ohio; lo enterraron al borde de una mina…
- ENEM 2012 · Linguagens · InglesLiteratura — nº 91
I, too I, too, sing America. I am the darker brother. They send me to eat in the kitchen When company comes, But I laugh, And eat well, And grow stro…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 100
Verbo ser QUE VAI SER quando crescer? Vivem perguntando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome? Tenho os três. E sou? Tenho de mudar …
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 102
Labaredas nas trevas Fragmentos do diário secreto de Teodor Konrad Nalecz Korzeniowski 20 DE JULHO \[1912\] Peter Sumerville pede-me que escreva um a…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 112
Ai, palavras, ai, palavras que estranha potência a vossa! Todo o sentido da vida principia a vossa porta: o mel do amor cristaliza seu perfume em vos…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 113
Pote Cru é meu pastor. Ele me guiará. Ele está comprometido de monge. De tarde deambula no azedal entre torsos de cachorro, trampas, trapos, panos de…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 116
LXXVIII (Camões, 1525?-1580) Leda serenidade deleitosa, Que representa em terra um paraíso; Entre rubis e perlas doce riso; Debaixo de ouro e neve co…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 117
Das irmãs os meus irmãos sujando-se na lama e eis-me aqui cercada de alvura e enxovais eles se provocando e provando do fogo e eu aqui fechada proven…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 118
O sedutor médio Vamos juntar Nossas rendas e expectativas de vida querida, o que me dizes? Ter 2, 3 filhos e ser meio felizes? VERISSIMO, L. F. Poesi…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 124
Desde dezoito anos que o tal patriotismo lhe absorvia e por ele fizera a tolice de estudar inutilidades. Que lhe importavam os rios? Eram grandes? Po…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 126
Logia e mitologia Meu coração de mil e novecentos e setenta e dois já não palpita fagueiro sabe que há morcegos de pesadas olheiras que há cabras mal…
- ENEM 2012 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 135
O trovador Sentimentos em mim do asperamente dos homens das primeiras eras… As primaveras do sarcasmo intermitentemente no meu coração arlequinal… In…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 99
TEXTO I O meu nome é Severino, não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria; …
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 101
TEXTO I Onde está a honestidade? Você tem palacete reluzente Tem joias e criados à vontade Sem ter nenhuma herança ou parente Só anda de automóvel na…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 102
Quem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu a…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 113
Estrada Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, Interessa mais que uma avenida urbana. Nas cidades todas as pessoas se parecem. Todo mu…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 116
Lépida e leve Língua do meu Amor velosa e doce, que me convences de que sou frase, que me contornas, que me vestes quase, como se o corpo meu de ti v…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 117
Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se concentrando e caindo em tristeza; mas, de rep…
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 118
Guardar Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la. Em cofre não se guarda coisa alguma. Em cofre perde-se a coisa à vista. Guardar uma coisa é …
- ENEM 2011 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 120
Pequeno concerto que virou canção Não, não há por que mentir ou esconder A dor que foi maior do que é capaz meu coração Não, nem há por que seguir ca…
- ENEM 2010 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 117
Soneto Já da morte o palor me cobre o rosto, Nos lábios meus o alento desfalece, Surda agonia o coração fenece, E devora meu ser mortal desgosto! Do …
- ENEM 2010 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 118
Texto I Logo depois transferiram para o trapiche o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. Estranhas coisas entraram então par…
- ENEM 2010 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 128
Capítulo III Um criado trouxe o café. Rubião pegou na xícara e, enquanto lhe deitava açúcar, ia disfarçadamente mirando a bandeja, que era de prata l…
- ENEM 2010 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 129
Negrinha Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de m…
- ENEM 2009 · Linguagens · LiteraturaLiteratura — nº 98
Para o Mano Caetano O que fazer do ouro de tolo Quando um doce bardo brada a toda brida, Em velas pandas, suas esquisitas rimas? Geografia de verdade…